| 1 x de R$59,53 sem juros | Total R$59,53 | |
| 2 x de R$29,77 sem juros | Total R$59,53 | |
| 3 x de R$19,84 sem juros | Total R$59,53 | |
| 4 x de R$15,40 | Total R$61,61 | |
| 5 x de R$12,53 | Total R$62,66 | |
| 6 x de R$10,62 | Total R$63,73 | |
| 7 x de R$9,26 | Total R$64,81 | |
| 8 x de R$8,24 | Total R$65,91 | |
| 9 x de R$7,45 | Total R$67,01 | |
| 10 x de R$6,81 | Total R$68,13 |
Autores: Pedro Paulo Souza Rios - André Ricardo Lucas
Sinopse:
Historicamente, a escrita tem sido um demarcador de territórios, estabelecendo assim, as relações de poder de um território sobre o outro, a supremacia de culturas em detrimento de outras, privilegiando determinado saberes e subalternando outros. No Brasil, as relações de poder por meio da imposição da escrita ideal “correta” se consolidam num longo percurso histórico. A escrita, se é capaz de ultrapassar limites territoriais, é fundamental na construção e desconstrução de culturas. Assim, Minha aldeia é todo o mundo: saberes e práticas educativas contextualizadas nasce enquanto escrita coletiva, feita a nove mãos, de distintos lugares do Nordeste Brasileiro, um território múltiplo, singular e plural, diverso, homogêneo. Durante muito tempo a escrita acerca do Semiárido Brasileiro deu ênfase à preeminência da seca, da fome e da morte, tornando o Nordeste num lugar desabitado pela felicidade e, portanto inóspito para se viver. A escrita, por meio da música, da poesia e de tantas outras expressões artísticas narravam e ainda narram um sertão seco. Minha aldeia é todo o mundo: saberes e práticas educativas contextualizadas estabelece, por meio de distintas escritas, relações com os diversos saberes e práticas educativas, tal qual uma colcha de retalhos, tentando desvelar um pouco, do muito, que é essa “aldeia” chamada Semiárido.
Editora:Editora CRV
ISBN:ISBN: 9788544412855
DOI:10.24824/978854441285.5
Ano de edição:2017
Número de páginas:206
Formato:16x23
